Para casais

Adultério Virtual – Parte 1

affair

Sandra * começou a perceber mudanças em seu marido. Ele estava distante, distraído e irritado. Passava menos tempo com sua família e mais tempo na internet. Embora  eles posuissem um computador, ele gastara dinheiro que não podia para adquirir um novo laptop,  isso para ter mais privacidade.

Casamento cristão. Quando a vida a dois está “por um triz”

alianca
Chegou o momento de todo líder, principalmente os pastores de grandes igrejas estarem alertas para os grandes perigos que rondam o rebanho de Cristo, principalmente os males que dizem respeito ao casamento e a preservação da família. Não adianta tapar nossa boca demonstrando espanto diante das coisas absurdas que as pessoas mundanas praticam por aí. Saiba que a maioria das coisas feias e chocantes que acontece entre os ímpios também acontece entre os crentes e talvez em proporções ainda mais graves. Uma destas coisas feias, que nos deixa indignados é

Dez Motivos para eu dizer EU TE AMO a minha esposa

motivos

1). Porque se não consigo dizer isso a ela, que convive ao meu lado cotidianamente, dando apoio, ajuda e cuidando de tudo que está relacionado a mim, inclusive aceitando minhas fraquezas e defeitos, a quem mais direi que amo nesta terra?

2). Se sou incapaz de amar e expressar este amor, não mereço que alguém viva uma vida inteira ao meu lado.

Pornografia na igreja, um mal muito maior do que imaginamos

porn
A pornografia é aquele assunto que muitos líderes evitam por pelo menos 2 motivos:

Primeiro: porque muitos desconhecem a gravidade de sua proliferação no meio da igreja, uma vez que quem a pratica dificilmente confessa o erro, por vergonha, ou por medo que sua fraqueza se torne algo público e vire tema de fofocas e críticas.

Quem faz a pornografia

Quem faz a pornografia
A pornografia, pela boa aceitação que tem, não é mais algo de pouca qualidade que apresenta filmes mal feitos ou publicações pobres. Trata-se de um setor que tem se profissionalizado. Em minhas pesquisas sobre o tema encontrei diversos anúncios, feitos aqui mesmo no Brasil procurando pessoas para atuarem no ramo pornográfico oferecendo inclusive “fama” para candidatos maiores de 18 anos que “gostem de sexo”

Acompanhei também a entrevista feita com o jornalista de uma produtora internacional que atua no Brasil. Esta empresa comercializa mais de 30 mil DVDs por mês e quarenta mil exemplares de revistas pornôs só em nosso país. Segundo ele, a maioria das mulheres contratadas já trabalham como acompanhantes e as seleções são feitas através de fotos nuas e o que mais ajuda o candidato ou a candidata é o desempenho sexual. Os atores recebem por cena, “Quanto mais cenas fazem, mas eles ganham” disse ele. O cachê por cena oscila de R$ 1,000,00 a R$ 3,000,00 para as mulheres e de R$ 500,00 a R$ 1,000,00 para os homens. Ele afirmou ainda que as produções no Brasil e no exterior são todas feitas sem o uso do preservativo, por via de regra, o mercado não absorve pornografia com preservativo.

No final de 2010, o ator Derrick Burts de apenas 24 anos, que trabalhava em filmes gays e heterossexuais, confirmou que tinha contraído o vírus HIV. A notícia interrompeu a produção de filmes, fechou a clínica responsável por testar os profissionais e trouxe de volta a discussão das camisinhas que há tempos é uma batalha travada entre entidades e a indústria pornográfica.

O mesmo aconteceu em 2009 com outro ator, mas o surto maior surgiu em 2004, quando cinco atores contraíram o vírus após rodarem cenas com o ator Darren James, que, por sua vez, pegou a doença provavelmente em filmagens de uma empresa americana no Rio.

Doenças sexualmente transmissíveis são diagnosticadas em um quarto dos atores a cada ano, de acordo com a Saúde Pública do Condado de Los Angeles. O número de casos de doenças venéreas como gonorréia, sífilis e infecções é sete vezes maior entre os que atuam no mundo pornô do que no resto da população.

Jennifer Case, ex-atriz que se converteu e deixou a industria do sexo a três anos atrás, afirmou em entrevista para o “The Porn Effect” (O efeito pornô) que ficou traumatizada, oprimida e sentindo se abusada, e, como precisava das drogas para suportar o tipo de trabalho que fazia, precisava também da pornografia para sustentar o vício das drogas.

“Atrás da imagem de pornografia que você está vendo há uma pessoa e você está destruindo a vida dela e dos filhos dela”. Afirmou.

A atriz diz que a pornografia é “maligna” e “é uma droga, veneno e mentira” e conclui a entrevista fazendo um apelo: “Em toda pornografia existe a filha de alguém. E se fosse a sua filhinha? Você pode realmente estar ajudando na morte de alguém! Atores e atrizes pornôs morrem o tempo todo de AIDS, overdoses de drogas, suicídios, etc. Por favor, parem de olhar pornografia”.

Neste ingrato meio, muitas são chamadas de estrelas pornôs, mas em realidade nunca desfrutam deste estrelato. A maioria tem vergonha de declarar a profissão e quando declaram sofrem os mais terríveis preconceitos. O estrelato na verdade não existe porque os consumidores de pornografia em sua maioria são pessoas doentes que pouco estão interessadas na pessoa ou no trabalho que ela realiza. O que querem é ver imagens de corpos nus em cenas de sexo explícito onde as mulheres muitas vezes aceitam ser subjugadas e tratadas como lixo nas imagens e cenas em que aparecem.

Somente nos Estados Unidos, existem mais de 100 mil sites que oferecem pornografia infantil, 20.000 novas imagens de crianças são postadas todas as semanas e cerca de 20% de toda pornografia na internet envolve crianças que são enganadas, envolvidas e abusadas e infelizmente muitas vezes com o consentimento dos parentes próximos que deveriam protegê-las.

Os empresários que produzem a pornografia são pessoas insaciáveis e gananciosas que investem cada vez mais pesado para que a pornografia invada os lares das famílias sem se preocupar com os males que ela possa causar. As estatísticas e estimativas a respeito do mundo da pornografia chegam causar pavor e a igreja tem a obrigação de tomar conhecimento delas.

Por: Adeneir Sousa

Artigo da série: Pornografia: um mal maior do que imaginamos

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