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Para pessoas diferentes, tratamentos diferentes

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Se as tentações da liderança não fossem tão constantes e numerosas e quase imperceptíveis teríamos muito mais líderes autênticos. A vida bem alimentada em Deus e a fuga de muitas tentações traz maturidade, sabedoria e influência ao líder fazendo com que se torne cada vez mais forte, visionário, autêntico e motivador. Quando, porém, o líder se sucumbe às inúmeras tentações encontradas no caminho de sua liderança vai se tornando cada vez mais fraco, repelente e altivo e sua liderança se torna medíocre e infrutífera. Traremos uma série de artigos semanais onde tentaremos retratar as piores e mais comuns tentações involuntárias que afligem os líderes atuais.

Muitos caem no erro de relacionar e apenas fugir de umas poucas tentações como: corrupção, sexo oposto ou outros tipos de pecados corriqueiros, mas abordaremos neste artigo outros tipos de tentações que trazem descrédito ao líder, talvez até sem que ele perceba. A primeira tentação que comentaremos, e da qual o líder deve fugir a todo custo é a atitude de tratar as pessoas de forma genérica. Tratamos as pessoas genericamente quando damos a elas o mesmo valor e a mesma importância em comparação umas com as outras. Existem pessoas e pessoas, mas corremos o risco de tratá-las vagamente, como se fossem um só gênero, sem demonstrar nenhum interesse pelo que possam ser ou fazer. Desta forma, transmitimos a impressão de que todas são iguais. Isso seria positivo numa cultura onde todos não tivessem capacidade, planos ou sonhos, mas em uma cultura onde se busca ousadia e resultados, tal atitude é totalmente mortal.

Claro que é muito comum o fato da maioria dos líderes enxergarem as pessoas genericamente, pois é a maneira mais cômoda. Muitos líderes insistem nesta postura porque evitam perder tempo com relacionamentos. Maus líderes são péssimos em relacionamento e perdem muito com isso, pois no bom relacionamento é que descobrimos potencialidades. Muitos  não querem gastar tempo sondando pessoas por isso preferem apenas dar uma migalha de atenção padronizada e leviana a cada um, mais para se livrar das pessoas do que para se relacionar. Quando muito, procuram ser carinhosos, simpáticos e até abraçam, mas isso não faz com que o tratamento deixe de ser genérico.

A tentação do tratamento genérico

O bom líder investe em relacionamentos e faz de tudo para que esses relacionamentos com seus companheiros se tornem cada vez mais autênticos, verdadeiros e satisfatórios para ambas as partes. A forma de tratamento somente é verdadeira quando procura respeitar a individualidade de cada um. Essa individualidade é desrespeitada quando as pessoas são tratadas de igual forma. A maioria das pessoas realmente só precisa de atenção e carinho principalmente quando não podem ou não conseguem ser produtivos pela organização, mas se nos habituamos a oferecer isso somente, passaremos a desprezar valores, o potencial e principalmente qualidades de outras. No mundo da liderança temos que aprender rapidamente que além das que precisam de atenção e carinho há também aquelas que precisam de reconhecimento para suas qualidades, de oportunidade para desenvolver seus talentos e até de investimento em seus projetos e sonhos.

Muitos carregam a impressão de que, tratando a todos de uma forma simpática e sistematizada estará com isso agradando a todos. O Caminho de deixar todos felizes é o mesmo do fracasso. Quem tenta agradar a todos acaba apenas  agradando aos mais fracos e acomodados, pois com essa atitude coloca pessoas valorosas à mesma altura delas, o que acaba desagradando àqueles que têm um maior potencial para realizar, e isso é ruim. Quando pesamos as pessoas em uma mesma balança, ou preferimos nos aliar apenas por afinidades pessoais, corremos o risco de associar pessoas de alto potencial a pessoas indiferentes ao projeto que intentamos realizar.  São as pessoas que estão ao seu lado que definem quem você é e ditam exatamente o ponto onde você quer chegar. O foco de organizações que crescem é sempre o resultado por isso, buscam e valorizam pessoas de resultado. A tomada de decisão na liderança sempre tem que obedecer a uma lei. Se tem que agradar alguém, então agrade a quem produz, não dê prêmios à mediocridade.

Uma das principais armas do líder para conquistar as pessoas é justamente a forma de tratá-las. Não há como tratar bem um indivíduo se não temos capacidade de corresponder suas expectativas. É um mundo que tem que ser explorado pelo líder, pois as pessoas são diferentes justamentes porque trazem qualidades e expectativas diferentes.  Quando uma pessoa se agrega ao projeto, o líder imediatamente tem que investir em conhecê-la e procurar extrair desta pessoa o máximo de informação que puder assim, irá descobrir o potencial dela. Muitos querem que as pessoas fiquem e se revelem, mas é papel e prazer de um  bom líder revelar talentos e potencialidades e usar isso ao máximo em  prol da organização.

Essa é uma tentação da qual o líder valoroso deve aprender fugir. Trate a todos de forma especial, mas valorize talentos, atitudes e qualidades. Infelizmente existe uma máxima que ainda está longe de se tornar realidade “para pessoas diferentes tratamentos diferentes”

Autor: Pastor Adeneir Sousa

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Vença a timidez

timidez
Talvez você seja um dos milhares que sofrem por timidez neste mundo. Mas isso é o fim para você? Claro que não! Principalmente por que a timidez não é um mal incurável e muito menos um defeito, ela é apenas

O preconceito, a homofobia e a verdade de Deus

preconceito
Muitos de nós talvez nunca sonhássemos um dia ter que conviver tão de perto com palavras como “homofobia” e “preconceito religioso”, claro que a igreja sempre foi acusada de alguns tipos de preconceito, mas isso nunca trouxe tanta perplexidade como agora.

Muitos estão afirmando que a igreja ainda não compreendeu muito bem as intenções dos grupos homossexuais em relação à aprovação da lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo,  enquanto que estes também não compreendem a posição da igreja. Ela não age de forma preconceituosa, apenas se coloca a defender as verdades que a norteia. Defender as verdades bíblicas é a razão de ser e de existir da igreja, pois ela é firmada nestas verdades, abrir mão delas é decretar a sua própria falência.  O fato é que estamos em meio há um grande impasse que não sabemos quando vai acabar e de certa forma a igreja está se tornando a grande vilã da história.

Por ter se tornado o obstáculo central no processo é muito natural que ela seja atacada, acusada e processada. Já deu até para perceber que existe uma situação formada para jogar a opinião publica contra a igreja, fazendo com que as verdades e valores que sempre defendeu sejam vistos como maléficos e agressivos contra uma ou outra classe ou até mesmo para o desenvolvimento de uma sociedade moderna.

A situação realmente é delicada e difícil de compreender, não pelo fato de existir um projeto de lei em tramitação, mas pelo fato destes termos se misturarem na mente da grande maioria dos cristãos e eles não compreenderem muito bem o que cada um deles significa separadamente e onde pode atingi-los, o que os torna inseguros quanto ao assunto, fazendo com que se sintam intimidados na defesa de sua fé.

Chegou o momento em que se torna necessário que, cada líder, se disponha a compreender e discutir assuntos como estes, e se lancem a ensinar os nossos irmãos fazendo com que saibam guardar a fé de forma não preconceituosa ou homofóbica. Todos devem saber o que exatamente é o preconceito, o que é homofobia e como devem e podem aplicar a verdade de Deus.

Preconceito: O preconceito é um julgamente antecipado e sem fundamento e não é a mesma coisa que a homofobia, embora o preconceito possa se desenvolver ao ponto de se transformar em homofobia. O preconceito não é esse “bicho feio” que muitas pessoas estão desenhando.  Em muitos casos ele é até necessário. Se uma pessoa suja e  mal vestida pede para entrar em sua casa repentinamente, você seria um louco se permitisse. Chamamos isso de cuidado ou zelo, mas na verdade é um preconceito benéfico que proporciona a proteção que você necessita porque neste caso, você foi obrigado a desenvolver conceitos antecipados a respeito desta pessoa por medidas de segurança.

Se você descobre que uma pessoa tem uma doença altamente contagiosa, você não vai abraçá-la só para mostrar que não tem preconceitos; se você percebe que uma amiga de sua filha tem uma péssima reputação, você não vai deixar sua filha andar com ela só para mostrar que é uma pessoa livre de preconceito. Quando pregamos um amor ao próximo  que aceita todo tipo de comportamento, estamos abrindo as portas para tudo que é sujo, satânico, degradante e imoral em troca de uma liberdade que certamente nos destruirá. Só para abrir a nossa mente: A sociedade atual, chama a virgindade de “tabu” e o adultério de “normal” e quando olhamos para a realidade percebemos  que estão crescendo os números de gravidez na adolescência, dos que contraem o virus da Aids  e  as estruturas familiares estão em ruínas.

Por outro lado, há um tipo de preconceito que deve ser evitado. Estamos falando daquele tipo de preconceito que leva a rejeição sem causa, que gera agressão, a humilhação e todo tipo de injustiça.

O surgimento de temas como estes, sugere que estejamos cada vez mais preparados como cristãos. Em muitos casos não é a escolha ou o tipo de vida que são rejeitados, mas a personalidade. Em nossa convivência diária existem pessoas que aparentemente não apresentam nenhuma diferença, mas que se torna  impossível conviver com ela por causa de seu temperamento. Existe uma grande diferença entre um grupo e uma pessoa em particular. Em um grupo tudo é generalizado, mas em uma pessoa tudo é particular. A sociedade está sendo preparada para aceitar o grupo, mas teremos que conviver com pessoas individualmente. E se essa pessoa além de ter feito sua própria opção sexual, for agressiva? E se ela for cheia de ódio e tiver um coração destrutivo totalmente voltado para a maldade? Como agir em situações como estas para não sermos vistos como homofóbicos ou preconceituosos?  O que se entende é que certos problemas ainda estão muito longe de serem resolvidos, com ou sem aprovação de leis, o que exige o preparo em questão.

Mas qual deve ser a minha postura diante de tantas mudanças? O comportamento cristão é o mesmo que aprendemos com cristo. É bom que se entenda em primeira mão que a oposição ao homossexualismo não é um caso isolado na igreja. Nós também não aceitamos a prostituição, não aceitamos a roubalheira, não aceitamos o adultério, não aceitamos a imoralidade, os vícios e uma infinita lista de comportamentos e escolhas destrutivas condenadas pela Bíblia. Mas por outro lado, aceitamos as pessoas que fazem essas escolhas, e elas próprias experimentam a mudança de vida à luz da Palavra de Deus e do relacionamento com o Espírito Santo, desta forma,  acabam adquirindo uma vida feliz e encontram a dignidade sem ter que impô-la através de um processo de lei.

 A homofobia: A palavra é muito nova para nós por isso talvez seja tão assustadora, mas mesmo que todas as leis anti-homofóbicas sejam aprovadas elas nunca poderão punir a crítica. Vivemos em um país, onde até o presidente da República pode ser criticado, vemos isso constantemente na mídia. A lei não proíbe a crítica. Proíbe a discriminação. Não pune a opinião. Pune a manifestação do preconceito. Uma coisa é a manifestação contra o casamento gay, outra coisa, totalmente diferente é a humilhação dos gays. Você pode pregar e ensinar a Palavra de Deus em toda a sua essência, que isso não será visto como crime, mas se você se dirige à qualquer pessoa como “filho do demônio”, diz que ela está “cheia de podridão”, é “doente”, “tarada” ou que representa “um mal ou uma ameaça para a sociedade”, você poderá ter que responder por isso.

Quando uma pessoa comete a homofobia? A homofobia pode começar pelo bullyng, passando por injúrias verbais, gestos que agridem, humilhem ou difame e toda e qualquer manifestação de ódio ao homossexualismo. É também considerado homofobia a falta de cordialidade, insinuações maldosas, ironia e sarcasmo, caso a vítima tenha condições de provar. Em resumo, é considerado homofobia todo e qualquer tipo de ataque verbal, discriminativo ou físico dirigido ao homossexual.

A verdade de Deus.

Quando você diz que Deus não se agrada de pessoas que escolhem casar com outra do mesmo sexo, você está apenas se referindo a algo que é sabido pelo mundo inteiro e totalmente comprovado pela Bíblia e isso não é homofobia.  Não se trata de uma opinião própria sua, mas a opinião da Bíblia que é aceita como a Palavra de Deus. Quando você diz a: “Bíblia condena”, toda a responsabilidade da afirmação está sendo lançada sobre a Palavra de Deus, mas se você diz: “Eu condeno”, “eu odeio” ou “eu não tolero”, ai sim, você está impondo toda a responsabilidade sobre seus próprios ombros. Enquanto a Bíblia tiver livre acesso em nosso país, nos teremos sempre liberdade para nos recorrer, e nos proteger sob seus preceitos, isso também é lei amparada pela constituição.  Vamos seguir em frente e em paz, ninguém irá nos “amordaçar” enquanto Deus ainda tiver uma mensagem de salvação para este mundo.

Pastor Adeneir Sousa

O líder e a força do matrimonio bem sucedido

casamento
A família de um líder silenciosamente representa tudo o que ele é. As boas relações familiares são princípios que geram confiança e fazem com que ele tenha saúde emocional para sonhar, projetar e tomar as atitudes necessárias em diversas áreas e até em momentos de grande pressão. Tenho bservado que os líderes que contam com o apoio de sua família prosperam muito mais e de forma mais abrangente. Mas essa parceria, só trará sucesso se for sincera e verdadeira, pois há os que envolvem a família apenas por imposição do cargo que ocupam e não por companheirismo ou prazer. Atitudes como estas apenas agregam um peso a mais, tanto na liderança quanto na vida familiar.

Existem muitos que não conseguem influenciar o próprio cônjuge. Vejo homens e mulheres que demonstram muito amor pela causa de Cristo e querem se envolver, mas não conseguem contar com alguém que está tão perto e que foi escolhido para viver do seu lado nas dores, nos sacrifícios e nas conquistas, tendo tudo em comum. O motivo pode simplesmente ser indiferença de alguém que ama o companheiro, mas que ainda não assimilou muito bem o papel de esposo ou esposa. Em outros casos essa indiferença pode fluir de um casamento sem harmonia, sem diálogo onde um não faz questão da ajuda do outro, dando um nítido sinal que tal casamento pode estar esgastado por uma convivência de decepções.

Quando o relacionamento entre marido e mulher entra em desgaste, os atritos e descontentamentos se tornam visíveis por mais que se queiram escondê-los e afetam diretamente o ministério. Os sintomas geralmente são: Desacordo nos projetos e nas ações, ou seja, o marido pensa que algo deve ser feito de uma forma enquanto a mulher sem nenhuma discrição leva as coisas para o lado que pensa ser o correto sem se preocupar com a imagem de seu esposo.

É comum também um cônjuge querer anular o outro, deixando transparecer que ele não tem capacidade para participar das decisões, não fazendo questão nem de sua presença no convívio do grupo que lideram. Há casais que não conseguem esconder seus ânimos e acabam entrando em conflitos e discussões até mesmo no desenvolver do trabalho, e o que é pior, demonstram desrespeito um pelo outro na presença de terceiros.

Outros não conseguem esconder um espírito de competitividade, que geralmente brota de uma vida competitiva onde um sempre quer ser, ou se dar melhor do que o outro. Por motivações de machismo ou arrogância, já encontrei casamentos onde um cônjuge subjuga o outro o fazendo passar por humilhações, absurdas e tão desnecessárias que chegam a ser uma violência emocional.

Já convivi com alguns aspirantes a líder que se envergonham da esposa que tem, fazendo o possível para não aparecer com ela em público. Essa postura pode ser demonstrada tanto pelo esposo como pela esposa, mas o resultado é sempre o mesmo, pois desvaloriza e leva ambos ao fracasso.

A liderança gera pessoas muito próximas e que passam a fazer parte da vida e da convivência diária do casal de líderes que por fragilidade emocional ou até mesmo por uma busca desesperada por soluções acabam revelando a quem não deveriam, até mesmo os segredos de sua intimidade quando esta não lhes é satisfatória. Quando segredos sexuais são revelados a pessoas incapazes de apontar uma solução, só geram mais humilhação, decepção e amplia o distanciamento entre o casal.

O cônjuge tem um lugar de honra ao lado daquele que escolheu. Um líder deve aprender a honrar o seu companheiro (a), e dar a ele (a) o respeito e o carinho necessários para que possa se sentir seguro no aconselhamento e nas tomadas de decisões. Em um processo de liderança o marido completa a esposa e a esposa completa o esposo. Um deve ajudar e incentivar o outro nos prazeres e sacrifícios da missão. Essa missão se tornará mais fácil quando ambos descobrirem o que é tarefa do esposo e o que é tarefa da esposa e que às vezes um não poderá tomar o lugar do outro em determinada atividade.

Líderes espirituais devem ser modelos de famílias estruturadas e bem sucedidas. A mais funcional das lideranças acontece pelo exemplo. Principalmente porque em uma época de casamentos tão fragilizados e problemáticos, as próprias pessoas envolvidas procuram outras para que possam se espelhar, encontrando assim novos rumos para seus matrimônios e suas vidas espirituais e ministeriais.

Adeneir Sousa de Oliveira
Pastor e escritor

Como ser uma pessoa legal – livro


Quando se trata de relacionamento interpessoal o que impera de maneira crescente entre a raça humana são sentimentos de alegria é pavor. Uns poucos se lançam e ousam se entregar sem receios às suas relações, a maioria, porém, tem contribuído para transformar as grandes cidades em verdadeiras “selvas de pedra”, onde o que se vê são pessoas frias, apáticas e muitas vezes desmotivadas pelo medo, pela ignorância, orgulho ou a sensação de autossuficiência. A modernidade trouxe-nos um grande paradoxo: Nunca se exigiu tanto as relações interpessoais, mas em contraste, as pessoas nunca se isolaram como agora, procurando refugio entre paredes ou dentro de si mesmas.  O mundo trouxe veias tecnologicas por onde a comunicação circula na velocidade de um “click” levando o real a ser substituído pelo virtual, mas quando se trata de uma relação de entrega e confiança que é o que realmente conta e supre, o ser humano tem regredido e os comportamentos vão mantendo os padrões mais primitivos. Quando falta o calor dos relacionamentos satisfatórios, os casamentos são destruídos, pessoas se tornam oprimidas e machucadas de forma irremediável e grandes oportunidades são perdidas. São incontáveis as pessoas que estão sofrendo nesse instante, pela falta ou vítimas do relacionamento. Justamente para aperfeiçoar uma das áreas mais importantes que são seus relacionamentos é que lançamos esta obra que funcionará como uma chave mestra em sua vida. Ela abrirá as portas mais surpreendentes, e, de uma forma como você nunca ousou imaginar.

Índice

Introdução
Quem quer ser legal? 
Conhecendo você
A caminho do coração
Compreendendo as diferenças
A personalidade que se chama “Eu
Nossa comunicação
Nossas Palavras
Nossas expressões
Nossos sentimentos 
A mentira e seus inesperados efeitos
Os chatos
Vença a timidez
Doe-se
Apareça na vida das pessoas
Apresente-se bem
Reaja bem ao sucesso dos outros
Não se arme do silêncio
Cuide de sua fama
Sua mente é a porta do mundo: abra-a!
Cale-se!
Lição a respeito da reação
Domine suas emoções
Controle seus horários
Espere sempre o melhor das pessoas
Controle seu humor
Conviva com boas pessoas
O maior patrimônio
O enclausuramento 
Agora o mais importante
Lidando com os conflitos
Agora sim! Vamos falar sobre o rio?